quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Tecnologia a favor do bem-estar

Silvio Genesini presidente da Oracle no Brasil Fonte: O Estado de S. Paulo

Há mais tempo que vida. Esta antiga frase mexicana, tradicionalmente associada à cultura do ócio, mostra-se na prática e a cada dia como uma preciosa pérola de sabedoria.
É irônico, pois a fonte e a própria base de sustentação da importante mudança que está ocorrendo na relação lazer-trabalho é a tecnologia. A mesma que até recentemente era tão criticada, considerada “inimiga número um” da qualidade de vida, seja por seu potencial de despersonalização, seja pelo seu poder invasivo em relação à privacidade dos indivíduos. Só que não é bem assim. Como a maioria das ferramentas desenvolvidas pelo homem, cabe somente a ele optar pela melhor aplicação. A tecnologia não é exceção.
Pode ser usada tanto a favor do bem-estar individual e do progresso da humanidade, como seu algoz, ao restringir criatividade, liberdade e satisfação das pessoas.
No mundo corporativo, convivemos com uma nova realidade: a mobilidade e a realização da produção a qualquer tempo, em qualquer lugar. O melhor exemplo é a conquista do trabalho em casa, que libertou o profissional das quatro paredes corporativas e do trânsito diário infernal das grandes cidades, mas que ainda exige um ponto de equilíbrio entre a dedicação aos negócios e mais tempo livre para o lazer.
As notáveis conquistas da ciência, que permitem estender a expectativa de vida e as condições de saúde dos mais idosos, estão demolindo antigos padrões de comportamento.
O envelhecimento foi - e continua a ser - empurrado pela ciência para faixas etárias mais avançadas, sem limites. A saúde preventiva, a disseminação dos esportes, e o prazer de viver com qualidade, conspiram para duas coisas: tornar o segmento que explora o lazer mais poderoso, e fazer dos modelos financeiros de previdência um desafio insolúvel.
Assim, o verdadeiro desafio está mais no campo pessoal e psicológico do que científico propriamente dito. Usufruir dessa nova conquista depende de cada um. Pela primeira vez na história, somos senhores absolutos do tempo. E isto tem um impacto forte no dia-a-dia. O progressivo resgate da Filosofia, que nos acompanha desde a antigüidade e que hoje se torna tema predileto de dez entre dez livros de auto-ajuda e matérias de capa de revistas, sinaliza o início de uma nova era.
Nesse novo contexto, o uso inteligente da tecnologia deverá tornar-se matéria educacional obrigatória, fazendo do progresso um instrumento do desenvolvimento pessoal e social - este último particularmente importante para o Brasil.
É que a cada dia será possível fazer mais com menos, graças a fatores como sinergia, produtividade e globalização - que abandonaram de vez o mundo dos negócios para desembarcar no cotidiano das pessoas. Explico: com a queda dos custos e a disseminação de técnicas, é possível democratizar metodologias, práticas, informação e cultura.
Como conseqüência, o acesso a produtos e serviços, antes restritos a sociedades avançadas ou elites privilegiadas, se amplia. Cabe a nós, que atuamos no campo da tecnologia, especialmente da Tecnologia da Informação, liderar o processo de transição da sociedade.Precisamos zelar para que a utilização das ferramentas que produzimos seja feita de forma adequada, ética e em prol do homem. Devemos explorar cada oportunidade e evitar distorções desses propósitos nobres.

Em suma, temos de assumir o compromisso de transformar a tecnologia de ponta não apenas em fator de progresso econômico, mas de qualidade de vida e desenvolvimento social.



quinta-feira, 18 de outubro de 2007

A Síndrome da Vaca Atolada

Com o tempo e avaliando situações que encontrei em diversas empresas onde trabalhei, percebi um fator recorrente em muitas delas. Pelos menos em algum momento, mesmo que seja para aprender e desviar logo adiante, as empresas vivem a “Síndrome da vaca atolada”.

Vaca Atolada hoje em dia é uma receita de carne. Mas no interior de onde eu vim, era curioso ouvir as histórias dos fazendeiros e seus peões quando contavam que as vacas em seus passeios pelo pasto, ou em busca de comida, acabavam se atolando em mangues ou riachos secos. A curiosidade é que na primeira investida de se desatolar a vaca já fica apavorada e assim, imóvel. Esse procedimento a impede de sair do lugar, precisando de ajuda externa para se movimentar.
Por isso decidi que esse termo seria perfeito para as situações que encontrei.

Muitas empresas quando se encontram diante de uma dificuldade, seja financeira, de gestão ou concorrência, ao invés de seguirem em frente com seu planejamento, reagindo às dificuldades, ficam imóveis, “atoladas”. Suspendem todas as estratégias e ações, principalmente de propaganda e marketing. Quem do ramo já não ouviu: “As coisas vão mal, vamos cortar o pessoal do marketing, vamos suspender os trabalhos da agência!”.
Sim! É sempre onde a reação deve ser mais forte que a corda arrebenta.

Os funcionários por sua vez acabam percebendo que as coisas não vão bem, ou que decisões estão para serem tomadas, e quando vão propor ações, idéias ou novas estratégias, acabam sendo desencorajados pelos seus líderes que dizem: “Estamos num momento delicado, não traga idéias, apenas faça seu trabalho.”

Talvez um dia algum diretor tenha uma argumentação coerente em relação a isso, mas até hoje ainda não me deparei com uma explicação convincente para ser uma “vaca atolada”.

Não deixe sua empresa ser uma vaquinha, reaja, ouça os colaboradores, se você reparte com eles as vitórias da organização, reparta também os problemas. As pessoas são seu bem mais precioso, se elas estiverem do lado da empresa, os problemas serão mais facilmente superados. Reuniões intermináveis à porta fechada, sem feedback para os colaboradores só trarão baixa motivacional e pouca produção.

"Bons líderes fazem as pessoas sentir que elas estão no centro das coisas, e não na periferia. Cada um sente que ele ou ela faz a diferença para o sucesso da organização. Quando isso acontece, as pessoas se sentem centradas e isso dá sentido ao seu trabalho." Warren Bennis

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Motivação: uma programação mental eficiente. Por Francisco Johnson Gonçalves Ferreira



Partindo do princípio de que a motivação é intrínseca, que brota das necessidades interiores de cada ser, que é uma força, uma energia que impulsiona na direção de algum objetivo; conclui-se que ninguém motiva ninguém, que a motivação é algo que vem de dentro pra fora e não de fora para dentro. Dessa forma, sentir-se motivado é uma responsabilidade individual. Cabe a cada colaborador fazer com que essa chama permaneça viva em seu dia-a-dia. Por outro lado, enquanto RH, podemos alimentar esta chama fornecendo combustível para que a manutenção da motivação do colaborador aconteça.
Então, levando em consideração que a motivação é algo que parte de dentro do indivíduo, surge a pergunta: o que o colaborador pode fazer para sentir-se motivado?
A proposta é que se faça uma programação mental eficiente. Uma mudança de paradigma sobre alguns aspectos.

1º - O Querer:
Parece óbvio, mas se alguém tem o desejo de conseguir alguma coisa é imprescindível que possua um constante desejo em adquirir aquela coisa. Daí a importância de cada um ter bem definido um claro planejamento de vida e de trabalho. Saber o que se quer; isto é: ter foco.Embora algumas pessoas desconheçam, todo ser humano possui uma grande força interior, a força do querer, o desejo permanente para conseguir atingir os objetivos, que é diferente de ter vontade. Quando se tem apenas vontade, a tendência é acomodar-se ficando apenas na vontade mesmo. Para conseguir, é preciso um pouco mais. Além de ter vontade é preciso reunir as condições necessárias para conseguir tal feito. É persistir no querer.Portanto esse é o primeiro passo e o mais importante para manter-se motivado: Querer verdadeiramente ser uma pessoa motivada e trabalhar diariamente para isso.

2º - Pensamento Positivo:
Aquele que está otimista está motivado. Aquele que vive reclamando, mais parece que atrai uma quantidade ainda maior de problemas e as pessoas se distanciam dele. Ninguém gosta de ficar próximo a pessoas pessimistas.Por isso é essencial ter atenção sobre aquilo que pensamos. Uma maneira para conseguir ter em mente mais pensamentos positivos começa por ter atenção naquilo que falamos. Evitar reclamações e dar menos atenção a detalhes desnecessários frente à imensidão do sentido dos fatos, é um bom começo.Para modificar esse quadro, faz-se necessário que ele se conscientize da importância de valorizar aquilo que é realmente importante. Que busque o sentido maior a que se propõem os acontecimentos e que saiba que a modificação desse tipo de atitude negativa é inteiramente possível e treinável.

3º - Ser um eterno Aprendiz:
Mesmo com o passar dos anos e o acúmulo de experiências adquiridas, manter-se como aprendiz é uma postura bastante nobre e motivadora. Quando o profissional passa a acreditar que já conhece tudo sobre a função, o setor e a empresa em que trabalha, às vezes, este passa a entrar numa rotina de insatisfação. Acaba por não manifestar interesse em participar de programas de treinamento ou atualizações, o que resulta num profissional amargo, resistente a mudanças e viciado na rotina; portanto, desmotivado.Uma maneira que esse tipo de profissional mergulhado na prepotência pode encontrar para combater a sua própria arrogância começa ao identificá-la. E para muitos, isso não é uma tarefa fácil. Devido a construções sociais de fortes estruturas mentais e a formação de mecanismos de defesa, algumas pessoas têm extrema dificuldade no que diz respeito a perceberem defeitos nelas mesmas. Uma dica para conseguirem tal feito é desconfiarem de si mesmas. É realizarem uma autocrítica perguntando-se: Será que eu sou assim?Aquele que é humilde o bastante para reconhecer que não sabe de tudo e que tem muito a aprender, vive plenamente em busca de aperfeiçoamento. Não sofre com os erros cometidos, pois aproveita as eventuais falhas cometidas para colher algum aprendizado e isso faz parte da visão das pessoas motivadas.

4º - Aceitação a feedback:
A maneira mais eficaz para lidar com esse tipo de situação é aprender a receber críticas e a gostar delas, encará-las como um trampolim para o sucesso. Quando os nossos superiores na empresa tecem comentários expondo algo que não gostaram no nosso trabalho ou no nosso comportamento, encarar isso como forma de auxílio é a opção mais adequada. Mas não estou falando de fingimento. O ideal é que esse feedback seja recebido com um sentimento sincero e que sirva como apoio para a melhora na postura profissional.É comum para algumas pessoas ficarem irritadas e até mesmo magoadas nesses momentos. Ora por receber críticas indevidas ou acusações inverídicas ou simplesmente por levarem para o lado pessoal qualquer comentário a cerca do seu trabalho. Estas pessoas costumam encaram as críticas como ofensas.Para que isso não aconteça o colaborador deve desenvolver a capacidade de peneirar, separar aquilo que é útil para o seu crescimento e desconsiderar aspectos irrelevantes permanecendo com a consciência tranqüila com relação ao trabalho que vem desenvolvendo, mesmo que este ainda não esteja sendo reconhecido de forma adequada.Neste artigo foi abordada uma forma de melhor posicionamento dos colaboradores para que trabalhem mantendo-se motivados. Entretanto, sabemos que fazer com que essa energia permaneça crescente, faz-se necessário que a organização e o setor de RH contribuam de maneira fundamental.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Você tem orgulho do web site da sua empresa?

O web site da sua empresa vai além da publicação commodity sobre os produtos e serviços que a empresa oferece?
O web site educa o cliente?
Se o seu web site traz apenas uma ou duas fotos de produtos, e três ou quatro linhas de informações técnicas, você está desperdiçando a chance de se posicionar como especialista em alguma coisa. Independente do que você vende, o processo de comprar um produto ou serviço é igual para tudo e todos.
Alguém tem que abordar o cliente, alguém tem que compreender as suas necessidades, alguém tem que qualificar o bicho, alguém tem que apresentar o produto ou serviço, alguém tem que negociar as condições comerciais etc etc etc.
Um web site poderoso, recheado de conteúdo, deixa claro para o cliente que você quer participar de todas as fases do processo e decisão da compra, e não apenas sentar na janelinha, tirar o pedido, e embolsar a comissão. O cliente procura por contéudo e informação para tomar uma decisão. Ajude-o a encontrar o contéudo que ele precisa para tomar a decisão que precisa ser tomada, e daí, avance no processo. Ajude-o, ou ele irá procurar ajuda em outro lugar, ou melhor dizendo, no concorrente.
Abra o browser do seu computador, visite o web site de três empresas que você admira, ou que milhões de pessoas admiram, tais como Nestle, Sadia, Nike. Repare que pelo menos 50% do contéudo do web site dessa turma galã é puro contéudo e conhecimento. Informação para tornar o cliente mais inteligente.
Você tem essa coragem? Essa boa vontade de educar o cliente? Torná-lo mais sábio, mais exigente e mais inteligente do que você?
É bom que tenha, porque de qualquer jeito esse é o nosso destino: um mundo recheado de pessoas educadas.
Ricardo Jordão Magalhães

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Networking. Um quebra-cabeça para manter sua rede em dia. Por Marcelo Miyashita

Creio que está claro que vivemos numa realidade de mercado de trabalho muito diferente da dos nossos pais. Apesar de estarmos numa economia aparentemente crescente, na prática - principalmente no mundo corporativo - ainda há muita gente em busca de emprego, algumas sendo contratadas e muitas perdendo suas posições. O turn-over, ou o popular “entra e sai” de funcionários é constante.
Pois, independente do desempenho da economia, muitas companhias têm na competitividade não mais o seu diferencial, mas sua sobrevivência. Isso significa mudanças mais freqüentes no lay-out da organização do trabalho: revisões de cargos, substituições de funções, ampliação de responsabilidades, automatização de processos, redução ou aumento de mão-de-obra e, também, de “cabeças-pensantes”.
Ou seja, as organizações e seus ambientes de trabalho são alvos de muitas variáveis estratégicas: trocas, aquisições, fusões, cisões e fechamentos de unidades. Essa nova realidade trás à carreira executiva a possibilidade de um rumo diferente. No lugar de uma vida toda dedicada a uma companhia com lentas promoções internas, uma vida mais dinâmica com uma carreira composta por vários empregos, em várias empresas, com rápidas e muitas promoções e, também, algumas demissões no meio do caminho. Histórias de sucessos e fracassos num mesmo currículo são e serão freqüentes na nossa vida corporativa.
Isso quer dizer que mais dia menos dia perderemos nosso emprego. E conseguiremos outro! A questão é o tempo que demoraremos a encontrar este novo emprego. Todos sabemos, quanto mais rápido uma colocação, mais fácil e melhor. Quanto mais lenta, mais as dificuldades aumentam, os contatos se distanciam e o sentimento de exclusão se evidencia. A essa capacidade de se colocar rapidamente, chamamos de “empregabilidade”.
E o que o Network tem a ver com isso?
Aí entra a importância do network. Criar e manter rede de contatos garante o surgimento de oportunidades para o trabalho, para empresa e, também, para carreira. Oportunidades para você e para sua rede, numa via de mão dupla. Esse é o benefício do network – a geração de oportunidades mútuas – que pode garantir mais negócios, conhecimentos e empregos. E quanto mais network você conseguir, maior será o seu “campo e poder de influência”. A sociedade moderna trouxe essa nova habilidade para o ser humano. O seu poder de influir, não somente as pessoas fisicamente mais próximas, mas a todos com as quais temos contato. Mesmo que muitas vezes, por meio de mensagens eletrônicas.
Como praticar Network? Fazer Networking?
Uma coisa tem que ficar bem clara: não é o network que cria a pessoa, é a pessoa que cria o network em função das suas características humanas e profissionais. Portanto, network é conseqüência, por isso mesmo pessoas éticas e competentes têm sempre bons contatos e um bom campo de influência. Ou deveriam ter. Muitas vezes não utilizamos todo o potencial de network que podemos criar e manter. Possibilidades existem, faltam em alguns casos, o hábito e a atenção a esta nova competência atrelada à empregabilidade e ao empreendedorismo – construir rede de contatos e transformá-la em rede de relacionamentos.

Fonte: Portal da Administração - http://www.administradores.com.br/

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Não ligue para o tamanho do texto! Leia isso!

A vingança dos nerds.

O primeiro elevador surgiu em 1857. Quase um século depois, em 1950, o elevador foi automatizado. Em 1955, mais de 1 milhão de pessoas em todo o mundo tinham o emprego de acessorista de elevador. HOJE, essa profissão não existe mais! A Tecnologia, depois da vida, é o maior presente de Deus. É a mãe da civilização, das artes e das ciências. Abrace a tecnologia como você abraça a vida. A tecnologia não isola o ser humano dos problemas, mas o faz mergulhar mais profundamente na busca das soluções.
Querida(o) Amiga(o),
Era muito fácil reconhecer um nerd na escola. O nerd era aquele menino esquisito, fechado e tímido que nunca beijou uma garota ou nunca jogou uma bola. Em dias normais, ninguém queria saber dos nerds, e os nerds não queriam saber de ninguém. Somente em dias anormais, aqueles com provas difíceis (todas), é que todo mundo queria sentar perto de um nerd para copiar as respostas certas das provas de matemática ou história geral.
Os nerds, como o próprio nome diz, eram nerds. Eles falavam apenas sobre coisas nerdianas como o Tetris, o TK-80 e um tal de Apple 2. Eles achavam toda a graça do mundo em um tal de Nintendo, Atari e Basic, enquanto a turma mais popular da escola combinava quem ia ficar com quem na próxima festinha do pijama, embalada pela trilha sonora da novela das sete, gravada nas revolucionárias fitas cassete de sessenta minutos laranja e preta da Basf. Os anos passaram, as meninas mais bonitas da escola ficaram gordas, os galãs ficaram carecas, os nerds ficaram ricos.
Os nerds que eu conheci na minha infância, já construiram pontes que unem cidades inteiras, desenharam softwares que seguram milhões de transações em bancos transnacionais, lançaram campanhas publicitárias que ganharam Cannes, venderam milhões de reais em mesas de operação de bancos, lançaram livros, tiveram filhos, se transformaram em verdadeiros galinhas atrás da mulherada. Os nerds mudaram o mundo, porque o mundo mudou, e quem vai dirigir (e já está dirigindo) esse novo mundo são os NERDS! O líder do futuro resolve os problemas de hoje com tecnologia.
Os humanistas vão dizer que eu tô viajando, mas, infelizmente, é a mais pura realidade: a Tecnologia vai destruir milhões de postos de trabalho humano nos próximos dez anos, e abrir, logicamente, milhões de novas oportunidades para quem abraçar as mudanças. Você e eu estamos assistindo a construção de uma nova realidade, goste ou não. Todo problema de negócio pode, deve e será eliminado com o uso da tecnologia.
Eu quero um líder NERD! Eu quero um líder que abraça tecnologia. Eu quero um líder que encontra endereços no Google Maps, lê e-mails no Blackberry, aprende a pronúncia de uma palavra no Dictionary.com, participa de web palestras, grava podcastings, mantêm um blog, participa de um site wiki, é produtivo com RSS, controla as vendas da sua empresa do seu notebook, e obviamente, LÊ e RESPONDE e-mails na velocidade da luz.
Qualquer empresa consegue sobreviver alguns anos sem um plano de negócios formal, mas nenhuma empresa consegue fazer alguma coisa se não tiver um Microsoft Office instalado nas máquinas dos seus funcionários. Qualquer rede de lojas de varejo encontrará na sua filial de comércio eletrônico a sua melhor loja de varejo (vide Ponto Frio, Americanas e Livraria Cultura); qualquer call center de sucesso encontrará nos novíssimos sistemas de reconhecimento de voz o seu futuro reinventado; qualquer loja de revelação de filmes fotográficos encontrará no armazenamento de imagens e foto-livros virtuais a próxima grande novidade; qualquer gráfica off-set sabe que a impressão digital vai transformar o seu mundo de papel; o futuro é brilhante para os CEOs, Presidentes e Diretores de empresas que colocarem o universo da tecnologia no TOPO da lista das coisas que tem para fazer HOJE.
Eu quero líderes que enfrentam os problemas de negócios de frente, e perguntam: "Qual é a tecnologia que resolve esse problema? Quanto custa? O quê é preciso fazer para implementá-la? Quando a teremos rodando com carga máxima? Qual é o plano para que isso aconteça?". Se as vendas da sua empresa estão baixas, é porque demos pouca bola para as tecnologias de automação de vendas que estão disponíveis há tempos, às vezes, até compramos, instalamos, mas não a levamos a sério o suficiente, pagamos caro para implementar e tiramos pouco proveito; se o marketing não consegue medir o retorno sobre os investimentos feitos nas suas atividades, é porque o líder deu as costas para o projeto de implementação de CRM na empresa; se os funcionários estão desmotivados, é porque o líder fez pouco caso sobre essa história de automação da avaliação de desempenho, universidade corporativa com e-learning, portabilidade de máquinas, mobilidade de pessoas e redes wireless; se não sabemos o quanto perdemos de dinheiro com o estoque de produtos que temos, é porque achamos "caro demais" essa história de business intelligence; se batemos cabeça, é porque esse tal de ERP não é prioridade.
Beleza, quebra! Toda empresa que despreza tecnologia merece quebrar. Todo líder que vira as costas para as novas tecnologias merece ser despedido. Dias atrás, a CDW e a O'Keeffe & Company dos EUA, apresentaram os resultados de um estudo recente que fizeram sobre 152 empresas que cresceram dois dígitos nos últimos dez anos. O resultado é NERDIANO! 61% dos líderes dessas empresas responderam que a razão do seu crescimento está ligado ao fato de estarem profundamente envolvidos em todas as decisões sobre tecnologia, 59% desses líderes se consideram power users de tecnologia, 73% desses líderes se consideraram verdadeiros NERDs! 44% considera tecnologia como um investimento estratégico capaz de diferenciá-los no mercado, 35% vê tecnologia como uma maneira de vencer os maiores competidores e reter os melhores funcionários, daí a importância de estarem sempre escolhendo as melhores tecnologias disponíveis para assegurar que os funcionários possam realizar o trabalho que tem que ser feito da melhor maneira possível.
A guerra dos negócios hoje em dia não é entre os mais famosos e os menos famosos. As pessoas não compram os produtos mais famosos e as empresas não fazem negócios com as empresas mais famosas, as pessoas e as empresas fazem negócios com os melhores do mundo.
No fim do dia, nós compramos os melhores, não os mais famosos. Enquanto a turma simpática, ligada no populacho e cheia de empatia, fica famosa e não passa da média, seja um menino esquisito, fechado e tímido, mergulhe nas soluções dos problemas mais difíceis do mundo, nem que isso te custe alguns anos da sua juventude.
QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?
Ricardo Jordão Magalhães
Um Nerd com muito orgulho!
E-Mail e Messenger: ricardom@bizrevolution.com.br
BIZREVOLUTION

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Marketing casado: que seja eterno enquanto dure

Omo e Brastemp estão em lua de mel. E não se está falando apenas da sinergia entre a máquina de lavar e o sabão em pó mais popular do país. A combinação das marcas tem se apresentado como eficaz estratégia para alavancar as vendas dos produtos da Unilever e da Whirlpool. Tanto que, após unir em uma mesma campanha de mídia suas marcas premium, as duas companhias vão repetir a união com as suas segundas grifes: Brilhante e Consul. A Unilever investirá R$ 6 milhões na divulgação da marca Brilhante neste ano. Entre as estratégias, estão uma nova campanha de TV e a mudança do layout das embalagens. Além disso, centenas de pontos-de-venda espalhados pelo país terão fotos de máquinas da Consul – em alguns casos até máquinas verdadeiras para divulgar os dois produtos.
Promover o casamento de marcas de setores diferentes não é uma exclusividade das duas multinacionais. Entre as inesperadas uniões já foram vistos tênis da Adidas co-assinados pela Goodyear, e também o Clio Sedan, voltado para o público feminino, com a marca de O Boticário. São exemplos que retratam o crescimento da curiosa estratégia comercial do mundo corporativo conhecida como “co-branding”. Guilherme Beluzzo, analista da consultoria TopBrands, de São Paulo, acredita que o enlace das marcas se justifica pela eficácia na redução de custos e, também, no resultado que proporciona no sentido de posicionar e projetar as marcas.
“O preço de publicidade nas mídias está cada vez mais elevado. Unificar as marcas e compartilhar identidades pode ser uma boa estratégia para alcançar públicos maiores”, ressalta Beluzzo. Desta forma, é necessário avaliar as afinidades entre as marcas, explorando o que há de comum em valores, estilos e perfis de público – inclusive no aspecto comportamental. “Diga-me com quem andas e eu te direi quem és”, brinca o analista. Mas nem só de flores vive a relação das praticantes do “co-branding”. “É preciso compreender que junto com os reflexos positivos vêm os encargos. Problemas com uma das marcas invariavelmente ficarão associados à outra”, lembra Beluzzo. Desta forma, segundo o analista, as empresas devem estudar com critério as implicações de uma parceria como essa e avaliar se vale a pena.
Fonte: O Portal da Administração - www.administradores.com.br

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Workaholic, eu?!

Ultimamente, com a tal "globalização" batendo à porta, profissionais tendem a mostrar que estão aptos e capacitados para as muitas tarefas do dia-a-dia. No entanto, mostrar serviço além do esperado nem sempre é sinônimo de produtividade e bons resultados. Se você está com excesso de trabalho ou só pensa nele, sente-se estressado e tem dificuldade em conciliar as múltiplas tarefas diárias, cuidado: O "workaholismo" pode estar afetando a sua carreira. Para a empresa, um workaholic (pessoa que só pensa e vive pelo trabalho) pode até trazer benefícios, pelo menos num primeiro momento. Mas, a longo prazo, a pessoa que continuamente se excede no trabalho pode se tornar um doente em potencial - além de virar um profissional de baixa produtividade em comparação aos outros, que conseguem resolver suas pendências no horário normal.
A VOZ DO ESPECIALISTA
Segundo o médico Marcelo Dratcu, especialista em Medicina Comportamental, ser um profissional que gosta do trabalho e de cumprir metas é fundamental para o bom funcionamento de uma equipe. Porém, tornar-se um workaholic pode prejudicar o colaborador e a própria equipe. "O workaholic tende a ser mais valorizado porque, teoricamente, ele é produtivo e trabalha muito. Mas, na verdade e na prática, nem sempre trabalhar muito é sinal de produtividade", afirma Dractu. O especialista aponta ainda que trabalhar em excesso não quer dizer que o colaborador irá conseguir atingir resultados considerados positivos. "Ainda que trabalhar muito possa ser considerado por superiores ou pelo próprio profissional como pré-requisito para um bom desempenho, em algumas situações isso pode ser um tiro pela culatra. O workaholic nem sempre tem um desempenho tão bom quanto gostaria de ter."
SINTOMAS
O "workaholismo" não é considerado uma doença. No entanto, pode acarretar doenças e problemas diversos ao organismo. "O workaholic trabalha sem parar, tem uma visão distorcida do lazer e come pensando no trabalho. Por isso, pode agravar gastrite, doenças cardiovasculares e é prejudicial para pessoas com pressão alta", explica o médico. Geralmente, o individuo considerado um workaholic nem percebe que possui tais características, pois ele considera que trabalhar em excesso é normal. Nestes casos, a sugestão é acompanhamento de quem entende do assunto e ajuda na própria empresa. "Na verdade, a responsabilidade de avaliar como o profissional trabalha durante o seu expediente é da empresa. Caso ele demonstre sintomas de problemas acarretados pelo excesso de trabalho, deve buscar acompanhamento clínico e aconselhamento para a vida pessoal" diz o médico.
LIÇÃO DE CASA
Segundo Elmano Nigri, presidente da Arquitetura Humana (empresa especializada em Gerenciamento Estratégico Humano), existem empresas que apreciam os profissionais workaholics. Mas é preciso ter cuidado. "Na maioria das vezes, o exemplo vem do presidente, que chega até a exigir que seus colaboradores diretos fiquem em reuniões que se alongam noite adentro. Por outro lado, existem corporações que se preocupam com o bem-estar dos seus profissionais, demandando que eles cumpram rigorosamente seus horários de trabalho. Algumas empresas até incentivam períodos de recompensas fora da empresa", diz o consultor. Para ajudar a identificar o profissional afetado pelo problema, Nigri explica que apoio e orientação devem partir da empresa e destaca a importância de haver um equilíbrio entre as demandas de um cargo. "Os dois lados precisam ter a percepção de que, sem um planejado equilíbrio, o sucesso em geral terá um preço muito alto para uma das partes, ou até para as duas", comenta o especialista em estratégia humana.
QUALIDADE DE VIDA
Para combater o problema, as pessoas consideradas workaholics devem procurar ajuda assim que identificarem os sintomas. Mudar o estilo de vida, relaxar, tirar férias e ter uma vida pessoal ativa são peças-chaves para alcançar o tão almejado equilíbrio. Tratamentos e terapias comportamentais que ajudam a identificar e tratar uma pessoa workaholic - já que ela não consegue perceber a sua condição - também são fundamentais. "Usar o bom senso, aceitando que não é uma máquina e que precisa de momentos de descanso, o tornará ainda mais produtivo no trabalho", conclui o médico Marcelo Dratcu. TESTE Para descobrir se você está passando dos limites no trabalho, responda às questões abaixo, elaboradas especialmente para o Jornal Carreira & Sucesso pelo Dr. Marcelo Dratcu, médico especialista em medicina comportamental.
VOCÊ É UM WORKAHOLIC?
1. Você tem dificuldade de relaxar ou repousar no seu tempo livre e evita tirar férias?
2. Faz muitas coisas ao mesmo tempo e marca o maior número de compromissos no menor espaço de tempo possível?
3. Releva a vida pessoal e familiar em prol do trabalho?
4. É agressivo ou muito competitivo no trabalho?
5. Trabalha ou lê quando come, ou antes de dormir?
6. Tem dificuldade em estabelecer limites de horários para trabalhar?
7. Teme a aposentadoria?
8. Sente-se culpado quando relaxa ou não trabalha?

Se você respondeu "sim" em pelo menos três questões, fique alerta: você está entrando no limite do workaholismo.
Caso a resposta tenha sido positiva para a maioria das questões, você apresenta as características de um workaholic. Cuidado: sua carreira e sua saúde podem estar em perigo. Procure aconselhamento com familiares, amigos e colegas de trabalho sobre o seu comportamento e a sua rotina. E não deixe de consultar um especialista.

*Sob a orientação de Fernão Silveira.

Fonte: http://www.catho.com.br/ - Carreira & Sucesso Newsletter

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Aprenda com quem sabe

"Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama quando a recebe após três semanas depois somente.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranquilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos e espera pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si, ou simplesmente baixam a cabeça e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se...
Sabe quem sou?
Eu sou o cliente que nunca mais volta!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua empresa. Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de "CORTESIA".
Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar."

Sam Walton
Fundador da Wal-Mart, a maior cadeia de varejo do mundo.

Fonte: Jornal Bairro - Florianópolis 16/07/07.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Dica




"Eis o modo mais barato e eficiente de colocar o nome da sua marca na boca de todos e transformar consumidores potenciais em compradores reais. O buzz, porém, não surge espontaneamente: você tem de fazê-lo acontecer. Como disseminar o buzz? Como fomentá-lo? Em Buzz, três dos mais bem-sucedidos especialistas mundiais do ramo revelam as fórmulas altamente eficazes que empregaram para provocar alarido em torno de grandes marcas como American Online, Esprit e Nintendo. Marian Salzman, Ira Matathia e Ann O´Reilly não discorrem apenas sobre teoria: mostram como o buzz marketing funciona. Conduzem o leitor, passo a passo, ao longo do processo de identificação dos Alfas e dos Abelhas, pessoas influentes que garantem a transmissão de mensagens ao público-alvo. Os autores apresentam também técnicas que comprovadamente criam a ilusão da espontaneidade, valendo-se das redes sociais existentes para levar a sua mensagem aonde você quer que ela chegue e induzindo os consumidores a trabalhar para você. Examinando estudos de caso colhidos em campanhas de marketing bem-sucedidas para Kate Spade, Bulgari, Ford, Nokia e Apple, este guia prático conta a história oculta de como o boca-a-boca realmente funciona. Você também descobrirá quão eficazes são os anúncios de impacto, o modo como aproveitar o ímpeto de uma marca e quais os produtos ou serviços que mais se beneficiam de uma campanha de buzz. Você descobrirá diferentes tipos de buzz (inclusive o marketing viral pela internet) e aprenderá a escolher o que funcionará melhor para determinada marca ou campanha. Além disso, ao longo do livro, tomará conhecimento de técnicas inovadoras de construção de buzz para ir além do simples comentário e gerar lealdade duradoura à marca."



Sinopse retirada do site http://www.submarino.com.br/

segunda-feira, 18 de junho de 2007

O Profissional Multimídia


O termo multimídia significa “muitos meios” e está definitivamente associado às tecnologias da comunicação. O profissional de Multimídia é o que domina essa multiplicidade de meios para transmitir uma informação.O caminho para se tornar um expert neste campo passa pelos cursos de Comunicação Social.
Poucos já oferecem uma habilitação totalmente voltada para a formação em Multimídia, embora o mercado de trabalho demande, cada vez mais, profissionais capazes de lidar com os diversos recursos sonoros, visuais e de texto disponíveis, hoje, para a transmissão de mensagens.
Essa transmissão é feita por meio de ações controladas por computador, que permitem que uma mesma informação seja trabalhada, enviada e acessada de várias maneiras – integral ou resumida, com ou sem som, com ou sem animação, em diversos idiomas etc.
Enfim, de acordo com o gosto e as necessidades dos interessados. As novas tecnologias também tornaram possível a interação entre os veículos de comunicação e o público. Além disso, com os micros, já reunimos em uma mesma máquina os recursos de um equipamento desom, de uma TV, de um rádio, de um aparelho de DVD, de um videogame, de uma câmera fotográfica, e até de um estúdio de gravação de áudio e vídeo.
É impossível, atualmente, tornar-se um profissional da área da Comunicação Social sem ter noções básicas de como lidar com este imenso leque de possibilidades. A habilitação em Multimídia, porém, faz bem mais do que ensinar o básico: forma pessoas capacitadas para explorar esses recursos com desenvoltura e criatividade.
O que elas aprendem? O funcionamento dos sistemas de Comunicação, como lidar com os principais softwares, computação gráfica, edição de imagens e sons, animação digital, técnicas de WEB Design e montagem de hipertextos são apenas alguns dos conteúdos estudados. O mercado de trabalho é bastante promissor, incluindo emissoras de rádio e TV, estúdios de cinema, editoras, jornais, revistas, provedores de internet, agências de publicidade, instituições de ensino e consultorias.
O profissional em Multimídia deverá se preparar para uma constante atualização em cursos de aperfeiçoamento e extensão, pois as transformações nessa área não cessam. Flexibilidade, criatividade e disposição para estudar são requisitos essenciais para se aventurar na carreira.

Por Rita Cyntrão
Fonte: http://www.infojobs.com.br/

domingo, 3 de junho de 2007

Melhor Reputação

A Lego é a empresa com a melhor reputação do mundo segundo o ranking anual do Reputation Institute. Para listar as 50 melhores reputações, o instituto consultou, via internet, 60 mil pessoas em 29 países. Em pontuação de zero a 100, a Lego alcançou 85,01 pontos. O modelo americano de pesquisa denominado RepTrak Pulse (pulso de reputação) mede o nível de boa percepção, sentimento, confiança, respeito e admiração que os consumidores têm em relação a uma companhia.

Fonte: www.portaldapropaganda.com

quarta-feira, 30 de maio de 2007

1º Fórum Internacional de Criatividade e Inovação

Discutir de que forma criatividade, imaginação e inovação podem ser aplicadas aos negócios será o objetivo principal do 1º Fórum Internacional de Criatividade e Inovação, que será realizado nos dias 19 e 20 de junho no Hotel Unique, em São Paulo . O evento é organizado pelo Instituto da Economia Criativa, que apresentará durante o fórum o sistema de acompanhamento e medição do Índice de Criatividade – Brasil e o Índice de Criatividade das Empresas. Entre os palestrantes confirmados estão o consultor inglês John Howkins, que cunhou o termo “economia criativa” em 2001, no livro Creative Economy, How People Make Money from Ideas, o professor Richard Florida, da Universidade George Mason, nos Estados Unidos, Jean Paul Jacob, executivo da IBM especialista em tecnologia, e Rolf Jensen, diretor do Instituto para Estudos do Futuro de Copenhagen, na Dinamarca.

Mais informações: www.economiacriativa.com
Agência FAPESP

Fonte: www.administradores.com.br

quinta-feira, 24 de maio de 2007

O que você prefere?

Hoje à tarde eu escutei com ouvidos mais atentos à banda inglesa Coldplay, estive pensando e achei que devia fazer isso, pois o vocalista Chris Martin é casado com a atriz Gwyneth Paltrow, que fez o filme Duets Vem Cantar Comigo, e eu adorei ela cantando Bette Davis Eyes, cuja versão mais conhecida foi gravada pela cantora Kim Carnes.
Ainda falando em filme, estava pensando em meus favoritos e percebi que o ator Ethan Hawke se repete, mas não lembro de ter procurado por filmes com sua participação, no entanto “Grandes Esperanças” e “Antes do Amanhecer” estão no topo da minha lista.
Enfim, comecei o texto dessa forma porque percebi o quanto nossas escolhas fazem nossa imagem e nos constroem.
O marketing pessoal trabalha a valorização de nossas qualidades, o único problema é sermos honestos para detecta-las.
As escolhas de muitas pessoas públicas e celebridades, fazem com que encontrem mais fãs, ou deixem alguns para trás. As escolhas de todos nós, nos fazem fiéis ou não às nossas convicções e valores. E assim nossa imagem vai se construindo, uma teia vai se fazendo, e com ela podemos ter grandes conquistas ou derrotas.
As desilusões e erros também fazem parte da nossa construção, mas precisamos a cada tombo, sentar na sarjeta e pensar a melhor maneira de dar a volta por cima.
Quantas pessoas escutaram Foo Fighters pela primeira vez apenas porque Dave Grohl foi o baterista do Nirvana? E quantas dessas mesmas pessoas compraram o disco Probot por causa desse mesmo cara?
E assim, sua credibilidade vai aumentando de acordo com suas escolhas, e de acordo com a maneira que você lida com as adversidades e problemas.
A construção da imagem acaba por conseguir vitórias quando se é fiel aquilo que se acredita, quando se renovam os pensamentos, quando se melhora, quando se busca o certo. E se você conseguir isso, mesmo quando sua escolha não for tão boa, quem lhe conhece, ou conhece sua história, de alguma forma vai tentar lhe entender. Mas não se engane, existe uma “minoria gigante” que vai tentar lhe engolir.
Essa é a síntese do Marketing Pessoal: conciliar suas aspirações com as expectativas e necessidades do mercado ou daqueles que o rodeiam.

Desafio SEBRAE 2007

Começa, nesta quinta-feira (24), mais uma edição do Desafio Sebrae. Equipes formadas por 70 mil estudantes do Brasil inteiro disputam o jogo que está em sua oitava edição. Este ano eles têm a tarefa de administrar uma empresa da área de cosméticos. A competição proporciona ao participante a oportunidade de experimentar a gestão de um negócio virtual e abre caminhos para o mundo do empreendedorismo . Outra notícia importante em relação ao jogo virtual é que na segunda-feira (21) a Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB) divulgou seu Top de Marketing 2007, que reúne 40 casos, escolhidos em um total de 193. O Desafio Sebrae foi incluído entre os vencedores. A solenidade de entrega do prêmio acontecerá em São Paulo, no dia 13 de junho. A escolha da ADVB leva em conta a excelência do produto e a campanha de marketing desenvolvida pela agência de publicidade Giacometi, contratada pelo Sebrae. “Trata-se de um importante reconhecimento do mercado ao Desafio, que contará com esse selo de qualidade”, comenta o coordenador geral da competição, Ricardo Garcia. Segundo Ricardo Garcia, junto com a qualidade do produto, a campanha publicitária, com uma mídia inovadora e que fez forte uso da internet, contribuiram para a conquista do prêmio. “O total de inscrições que conseguimos em 2007 reflete um excelente produto, uma excelente campanha e um excelente trabalho”, comemora.
Fonte: Portal da Administração

terça-feira, 22 de maio de 2007

Atualize-se

A agência de marketing de entretenimento Espaço/Z está ampliando sua atuação no mercado com a instituição do núcleo de gestão de eventos. O objetivo é criar e desenvolver projetos diferenciados, sejam coorporativos, conceituais, culturais ou de entretenimento. A Espaço/Z atuará no planejamento, captação, produção e execução de eventos em todo o País. Há três projetos em andamento, sendo que o evento de estréia será em julho, no Rio de Janeiro. Para a coordenação do novo núcleo, a Espaço/Z contratou a produtora Ticiana Gomes, que atua há sete anos em produção de eventos. Gomes tem passagem por Pepper Comunicação Integrada (Grupo Newcomm), Banco de Eventos e Ajom Mkt Promocional, atendendo a grandes clientes como Nova Schin, TIM, Volkswagen do Brasil e Banco Real, entre outros.

A ESPM Campinas está oferecendo o curso de Marketing de Agronegócio. O programa foi desenvolvido com base em uma metodologia de sucesso implantada pela instituição desde a sua fundação, combinando a discussão de conceitos em sala com o acompanhamento de tendências de mercado. Segundo o professor Antonio Carlos Nogueira, integrante do núcleo de estudos do agronegócio e professor da ESPM, a expectativa é de que o setor tenha expansão ainda maior nos próximos anos, principalmente na área da produção de álcool e do biodiesel. Totalizando 30 horas/aula, o curso e é dividido em três sessões de período integral a cada 15 dias, com início no próximo dia 2 de junho. O público-alvo é formado por empresários e profissionais envolvidos no agronegócio, posicionados em atividades de insumos, produção agropecuária, agroindústria e distribuição. As inscrições devem ser feitas através do www.espm.br. Mais informações n o telefone (19) 3707-4411

O Bradesco está utilizando novamente o mobile marketing em sua estratégia de divulgação do HiperFundo Bradesco. Nas últimas ações para o produto, conteúdos exclusivos para celular já tinham sido disponibilizados aos clientes. Desta vez, os presentes na sala de embarque do Aeroporto de Congonhas ou na agência do banco no Shopping Ibirapuera são surpreendidos com uma chamada convidando-os a enviar um SMS para o número 41222 com a palavra “hiper”, para receberem uma surpresa do Bradesco e da modelo e apresentadora Ana Hickman. Ao encaminhar a mensagem de texto, o usuário recebe uma ligação de Hickman explicando os benefícios do HiperFundo. A ação é resultado de uma parceria entre o Bradesco, a Young & Rubicam e a Tellvox.

A Associação de Marketing Promocional (Ampro) apresenta hoje, 22 de maio, oficialmente ao mercado carioca, sua nova diretoria regional avançada, comandada por Márcia Woolf, sócia-diretora da PromoOffice. A profissional será apresentada pelo diretor-executivo da associação, José Gaspar Brandão. Na ocasião também serão divulgadas informações sobre a Ampro, seus objetivos globais e em relação ao mercado carioca.


Fonte: Portal da Propaganda
www.portaldapropaganda.com

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Quer um cafezinho?

Quando mencionei a um profissional de marketing que eu na minha humilde visão percebia que muitas pessoas eram boas em marketing sem nunca terem lido nada a respeito, que essas pessoas faziam coisas cegas, mas certeiras, apenas através do conhecimento empírico, do erro e acerto, exaltado ele me disse, que para fazer marketing é preciso estudar. E eu acredito e de alguma forma concordo! Mas existem fatos que devemos observar, tentar entender. Pessoas que conseguem alcançar seus objetivos no mercado de trabalho “apenas” tentando, observando, conversando, e sem conhecer Philip Kotler e tantos outros.
Andando pelo calçadão no centro da cidade, vi um senhor maltrapilho tocando violão, e pensei: “Tudo bem que música é arte, eu amo tudo isso, quem me conhece sabe. Mas por favor, todo dia ter que dar uma moeda para esse “tiozinho”, sinceramente, não acho a música dele tão boa assim (opinião totalmente pessoal)”.
Me aproximei e na caixinha do dinheiro dizia: “Quero comprar uma gaita”.
Acredito que ele nunca leu sobre estratégia de venda ou promoção da imagem, mas assim como muitos, eu lhe dei uma moeda!

sábado, 19 de maio de 2007

Diferente?

Segundo Philip Kotler, no livro “Os 10 pecados mortais do marketing”, "diferenciação, sempre foi o grito de guerra dos especialistas em marketing. O professor Theodore Levitt afirmou há alguns anos que é possível diferenciar qualquer coisa, até sal de cimento. O problema apresenta duas vertentes. Muitas diferenciações não têm qualquer interesse para o cliente – são espúrias ou desinteressantes. E, mais grave, a concorrência é capaz de copiar qualquer diferenciação eficaz, levando os produtos inovadores a ter ciclos de vida mais curtos, insuficientes para a recuperação dos investimentos neles realizados".

Nos dias 17 e 18 de abril de 2007 aconteceu em São Paulo (pra variar) o Fashion Marketing 2007 - Seminário Internacional de Marketing da Moda.
O tema era o seguinte: "Os italianos têm design, os franceses têm marca, os americanos têm
mercado interno, os chineses têm preço e nós, temos o quê?”. Tudo pensado e organizado pela consultora e especialista em moda Gloria Kalil.

Enfim, em busca de nossa DIFERENCIAÇÃO no mundo da moda, muitas respostas surgiram, muitas perguntas no ar. E...mais dúvidas.
A diferenciação é uma busca constante de todo ser humano, embora passemos a vida inteira procurando coisas e pessoas que sejam como nós.
Em qualquer parte do mercado, um dia, em algum momento irão lhe perguntar: “Qual o diferencial do seu produto?”, “Qual o diferencial do seu serviço?”.
A resposta não poderá vir à cavalo, e sim, no mínimo de metrô, pois o consumidor final não têm tempo para dúvidas. Esteja sempre certo do que você faz de diferente, e também pronto para adaptar essa diferenças às circunstâncias, pois a concorrência está de olho.
E é por isso que Gisele Bundchen, tão peculiarmente brasileira, ganha mais dinheiro lá fora.

Sempre tem uma segunda opção

Estávamos eu e meu pai sentados na escadaria da catedral dedicada à Nossa Senhora do Desterro, em frente a Praça XV, num daqueles momentos em que ver as pessoas que passam e divagar sobre coisas simples é uma bênção em meio ao caos.
Nos intervalos de nossas conversas, éramos tomados por aqueles silêncios, aqueles em que pensamos no que foi dito segundos atrás, ou momentos em que apenas descansamos a mente olhando ao redor. Foi então que eu percebi bem à nossa frente uma menina distribuindo folhetos à respeito de um concurso para escolher o nome do novo jornal local. Em seus pés estava uma urna onde as pessoas deveriam colocar o cupom devidamente preenchido e assim concorreriam à um carro 0 Km. O mais estranho de tudo é que a menina não conseguia fazer uma pessoa se quer pegar o tal folheto. Ela dizia mais ou menos assim “Escolha o nome do novo jornal da RBS”, e como que num susto, as pessoas se esquivavam dela sacudindo a cabeça com sinal negativo. A observei por algum tempo e até senti pena dela, pensando comigo “que bucha”.
Então eu e o meu pai encontramos o resto da família e fomos em direção ao Terminal de ônibus. Quase terminando o calçadão da catedral avistei de longe mais uma menina distribuindo os mesmos cupons, o estranho é que de longe pude ver que praticamente todas as pessoas que passavam perto dela pegavam o papel de sua mão. Fui me aproximando e então percebi o que estava acontecendo, ela dizia “quem quer ganhar um carro 0 Km?”.
Sabe, nessas horas eu penso como é importante ler, estudar, conversar com as pessoas sobre o que estamos estudando, mas o mais legal de tudo isso é que os exemplos convivem conosco o tempo todo, em cada esquina, em uma cafeteria, em um ônibus, eles estão por toda parte. As duas meninas estavam fazendo a mesma coisa, mas a maneira como que cada uma passou a informação ao público foi extremamente diferente, e nesse caso também extremamente relevante, trazendo fracasso para uma, e sucesso para outra! Tomara que a primeira menina observe sua colega, pois assim seu esforço não será em vão.